Visita canônica chega à primeira paróquia quilombola do Brasil

Padres Ibrahim Muinde Musyoka, Luiz Antonio de Brito, Paulo Mzé, Michelangelo Piovano e James Bhola Lengarin.

Presença da liderança internacional reforça a missão junto às comunidades afro-brasileiras e valoriza a caminhada da Igreja em contexto quilombola

Por Redação

O Superior Geral, padre James Bhola Lengarin, atualmente sucessor de José Allamano, fundador do Instituto e responsável máximo pelo seu governo e animação em nível mundial, e seu vice, padre Michelangelo Piovano, realizaram, de 10 a 12 de abril, a visita canônica à primeira paróquia quilombola do Brasil, localizada no distrito da Matinha, na Arquidiocese de Feira de Santana, na Bahia. A visita canônica é um momento oficial em que a liderança do Instituto acompanha de perto a vida missionária, escuta os religiosos, avalia os trabalhos e orienta os caminhos futuros.

Durante os três dias, os visitadores dialogaram pessoalmente com os padres Luiz Antônio e Ibrahim Muinde, pároco e vigário, respectivamente, sobre a realidade da Paróquia São Roque, onde se desenvolve o trabalho missionário junto a uma população constituída majoritariamente por afrodescendentes.

Os padres James e Michelangelo conheceram mais de perto as iniciativas pastorais realizadas na paróquia, que, desde novembro de 2021, é reconhecida como a primeira paróquia quilombola do Brasil. A experiência expressa a opção dos Missionários da Consolata, no país, de atuar junto às comunidades afro-brasileiras, valorizando sua identidade, cultura e história.

Além de participarem de celebrações com a comunidade, os visitadores também se reuniram com o Conselho Pastoral Paroquial. As lideranças manifestaram gratidão a Deus e ao Instituto Missões Consolata, no Brasil, pela presença missionária no Distrito da Matinha dos Pretos, como é popularmente conhecido.

Acompanhe esta cobertura e entenda, de forma clara, o que é uma visita canônica e qual é o papel do Superior Geral, atualmente sucessor de José Allamano. Mais do que uma agenda de encontros, esse momento revela como a missão é acompanhada, avaliada e fortalecida nas comunidades, especialmente junto aos povos e culturas que marcam a identidade do Brasil.

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