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	<title>Missionários e Missionárias da Consolata</title>
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	<description>&#34;A missão na mente, na boca e no coração&#34;</description>
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		<title>Reflexão do evangelho de João 12,1-11</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 17:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hortencia Novais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Evangelho Jo 12,1-11 &#8220;Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi ao povoado de Betânia, onde morava Lázaro, a quem ele tinha ressuscitado. Prepararam ali um jantar para Jesus. Marta ajudava a servir, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. Então Maria pegou um frasco cheio de um perfume muito caro, feito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Evangelho Jo 12,1-11</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi ao povoado de Betânia, onde morava Lázaro, a quem ele tinha ressuscitado. Prepararam ali um jantar para Jesus. Marta ajudava a servir, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. Então Maria pegou um frasco cheio de um perfume muito caro, feito de nardo puro. Ela derramou o perfume nos pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e toda a casa ficou perfumada. Mas Judas Iscariotes, o discípulo que ia trair Jesus, disse: &#8211; Este perfume vale mais de trezentas moedas de prata. Por que não foi vendido, e o dinheiro, dado aos pobres? Judas disse isso, não porque tivesse pena dos pobres, mas porque era ladrão. Ele tomava conta da bolsa de dinheiro e costumava tirar do que punham nela. Então Jesus respondeu: &#8211; Deixe Maria em paz! Que ela guarde isso para o dia do meu sepultamento. Os pobres estarão sempre com vocês, mas eu não estarei sempre com vocês. Muitas pessoas ficaram sabendo que Jesus estava em Betânia. Então foram até lá não só por causa dele, mas também para ver Lázaro, o homem que Jesus tinha ressuscitado. Então os chefes dos sacerdotes resolveram matar Lázaro também; pois, por causa dele, muitos judeus estavam abandonando os seus líderes e crendo em Jesus.&#8221;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Reflexão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Betânia é lugar onde a vida acontece, uma comunidade que tem como característica o serviço e a amorosidade fraterna e sororal. Diante desta realidade que contrapõe a ganância e a compreensão do messianismo de Jesus como triunfalista, Maria ao ungir os pés de Jesus mostra que compreende as consequências do seguimento de  Cristo, que tem como base o amor mediante a cruz, não meramente como um sofrimento, porém como resultado de sua prática e testemunho. Judas se deixa levar pela pseudo caridade e usurpa a dinâmica da vivência e partilha na opção preferencial pelos pobres.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim cada um de nós devemos ter muito clara quais são as nossas opções e quais as consequências das mesmas.<br />
Neste início de semana santa,  como Maria nosso gesto de amor seja o bom perfume, que aromatiza com bondade, paciência, perdão, amor, vida plena, justiça, revitalização, pão, terra, trabalho, saúde as nossas opções diárias, cada lugar onde partilhamos o nosso ser cristão.<br />
ir.Hortência Novais, mc</p>
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		<title>1º Encontro de Jovens &#8211; Missionári@s da Consolata 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 21:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Família Missionária da Consolata</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 23, 24 e 25 de Março os Missionários e Missionárias da Consolata realizaram o 1º encontro de jovens no Centro Missionário José Allamano, em São Paulo, com cerca de 40 jovens de diferentes comunidades e paróquias, para  refletirem sobre o tema &#8220;Vida&#8221;. O encontro iniciou-se na noite de sexta-feira com o jantar, dinâmicas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-928"></span></p>
<p>Nos dias 23, 24 e 25 de Março os Missionários e Missionárias da Consolata realizaram o 1º encontro de jovens no Centro Missionário José Allamano, em São Paulo, com cerca de 40 jovens de diferentes comunidades e paróquias, para  refletirem sobre o tema &#8220;Vida&#8221;.</p>
<p>O encontro iniciou-se na noite de sexta-feira com o jantar, dinâmicas de apresentação e entrosamento e finalizando com um momento de mística e espiritualidade com o tema Cativar, refletindo sobre o diálogo da raposa e do pequeno príncipe (Livro Pequeno Príncipe de Antonie Saint- Exupery) que nos remete a desejar ser cativado por Jesus, este momento foi dirigido por irmã Hortência Novais e as pré-noviças Grasiela Passos e Andrea Cravalho.</p>
<p>No sábado pela manhã a juventude realizou a oração do ofício divino da juventude conduzido pelo seminarista Robério Crisóstomo. E no decorrer do dia irmã Rosa Clara Franzoi foi coordenando a partilha sobre o tema central &#8220;Vida&#8221;. No período da tarde com a colaboração do seminarista Dani Romero  o grupo de jovens se divertiram com uma Gincana e jogo de futebol. Após colocarem em prática seus dons futibolísticos e tanta criatividade, assistiram ao filme &#8220;A corrente do Bem&#8221; havendo posteriormente o Cinefórum direcionado por  irmã Renata Smaniotto, partilhando e trabalhando sobre o sentido da vida e do bem.</p>
<p>Neste  mesmo dia ouviram entusiasmado a experiência de padre Paco Lopez que esteve na Corea do Sul, em missão, com certeza ouvir tal experiência faz arder o coração e pulsar pelas missões na construção do Reino, diante desta ótica missionária cada jovem pode debater e expressar o que definem como missão. No período da noite houve o Mix Cultural, no qual os jovens apresentaram danças e cantos diversos e os  seminaristas Dani, Mandla, Victor, Innocent, Alexander, Stephen apresentaram cantos e danças de diferentes culturas tais como Venezuela, Kenya, África do Sul e Congo, em seguida irmã Hortência Novais e a pré-noviça Andrea Carvalho apresentaram peças teatrais sobre Vocação-Missão e Sentido da Vida. As atividades deste dia foram concluídas  com um momento de oração realizada pelos seminaristas.</p>
<p>No domingo pela manhã a galera despertou com muita animação, realizaram a oração matinal e em seguida seguiram as oficina sobre a &#8220;Vida&#8221;. Padre Paco Lopez desenvolveu uma partilha sobre o que é ser um jovem missionário e lançou o desafio destes jovens darem continuidade a este sonho de servir ao Reino de Deus segundo o ideal e espiritualidade Consolatino. Logo em seguida realizou-se a missa de compromisso e conclusão destes dias de formação, integração e descobertas.</p>
<p>Foram momentos muito significativo na vida de cada um! A equipe formada pelas irmãs Maria Costa, Rosa Clara Franzoi, Renata Smaniotto, Hortência Novais, as pré-noviças Grasiela Passos e Andrea Carvalho, bem como o padre Paco Lopez, os seminaristas Robério Crisóstomo, Dani Romero , Stephen Njogu, Inoccent Bakwangama, Alexander Muthengi, Victor Wafula, Mandla Makhanya se alegraram com mais esta iniciativa em vista da Jornada Mundial da Juventude 2013.</p>
<p><em><strong>&#8220;Procuremos deixar o &#8216;gosto de amar a Deus&#8217; em todos os lugares por onde passarmos&#8221; (Bem Aventurado José Allamano)</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"> texto: ir. Hortência Novais, mc</p>
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		<title>A Fraternidae – XXXI Domingo</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 17:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Família Missionária da Consolata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leitura Orante]]></category>
		<category><![CDATA[Fraternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mateus 23]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois, Jesus falou às multidões e aos discípulos: “Os escribas e os fariseus sentaram-se no lugar de Moisés para ensinar. Portanto, tudo o que eles vos disserem, fazei e observai, mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam. Amarram fardos pesados e insuportáveis e os põem nos ombros dos outros, mas eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Depois, Jesus falou às multidões e aos discípulos: “Os escribas e os fariseus sentaram-se no lugar de Moisés para ensinar. Portanto, tudo o que eles vos disserem, fazei e observai, mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam. Amarram fardos pesados e insuportáveis e os põem nos ombros dos outros, mas eles mesmos não querem movê-los, nem sequer com um dedo. Fazem todas as suas ações só para serem vistos pelos outros, usam faixas bem largas com trechos da Lei e põem no manto franjas bem longas. Gostam do lugar de honra nos banquetes e dos primeiros assentos nas sinagogas, de serem cumprimentados nas praças públicas e de serem chamados de ‘rabi’. Quanto a vós, não vos façais chamar de ‘rabi’, pois um só é vosso Mestre e todos vós sóis irmãos. Não chameis a ninguém na terra de ‘pai’, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. Não deixeis que vos chamem de ‘guia’, pois um só é o vosso Guia, o Cristo. Pelo contrário, o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado. (Mateus 23, 1-12)</p></blockquote>
<p><strong>LECTIO – Leitura</strong><br />
Continuamos em Jerusalém onde acontece o “confronto” entre Jesus e as autoridades judaicas que obstinadas nas suas certezas e convicções   não aceitam Jesus.<br />
Este texto é a introdução a um extenso discurso de condenação, que Jesus pronuncia contra os líderes religiosos de Israel (veja Mt 23,13-36). Aqui encontramos os sete “ai de vós, escribas e fariseus…”. Trata-se da resposta de Jesus às três “armadilhas” que as autoridades coloram a Jesus, mas que Jesus “ultrapassa”.<br />
Ao longo do discurso, o evangelista coloca na boca de Jesus uma apreciação extremamente negativa dos escribas (especialistas da Escritura) e dos fariseus. Precisa dizer que tal não é totalmente justo… No geral, os fariseus eram crentes entusiastas, que procuravam conhecer e se esforçavam por cumprir escrupulosamente a Lei de Moisés. Tratava-se de um grupo sério, bem intencionado, verdadeiramente empenhado na santificação da comunidade israelita. No entanto, o seu fundamentalismo em relação à Lei foi, algumas vezes, criticado por Jesus. Ao afirmarem a superioridade da Lei, desprezavam muitas vezes a pessoa e criavam nas pessoas um sentimento de pecado e de indignidade que oprimia as consciências… Dando demasiado relevo à Lei, esqueciam o essencial – o amor e a misericórdia. E ao considerarem-se a si próprios “puros”, pois viviam de acordo com a Lei, desprezavam o “os pecadores” que, por causa da ignorância e da dura vida que levavam, não conseguiam cumprir integralmente os preceitos da Lei.</p>
<p>Como então entender o texto e a dureza das palavras que Mateus coloca na boca de Jesus? É preciso recordar que este evangelho apareceu na parte final do séc. I (década de 80), quando os fariseus eram a corrente dominante no judaísmo e apareciam como o rosto polêmico desse adversário judaico com que os cristãos todos os dias se confrontavam. Este texto deve estar marcado por essa perspectiva. Talvez mais do que transmitir a opinião de Jesus sobre os fariseus, apresenta a imagem que os cristãos dos finais do primeiro século tinham do judaísmo e dos seus líderes.</p>
<p>O texto divide-se em duas partes. Na primeira, Jesus traça um retrato dos fariseus (vers. 1-7); na segunda, Jesus deixa alguns conselhos aos discípulos para que não se transformem também em “fariseus” (vers. 8-12).</p>
<p>Os fariseus são apresentados como estando sentados na cadeira de Moisés (vers. 2). A expressão refere-se à autoridade exclusiva que os fariseus a si próprios se atribuíam para interpretar a Lei de Moisés (é preciso dizer, no entanto, que a acusação quadra melhor com os fariseus da época de Mateus, do que com os fariseus da época de Jesus: na época de Mateus – no judaísmo pós-destruição de Jerusalém – os fariseus já eram a corrente dominante e funcionavam como a autoridade exclusiva na interpretação e na aplicação da Lei, fato que não acontecia na época de Jesus). Eles são acusados aqui de se terem apropriado da Palavra de Deus e de a terem desvirtuado com regras, normas, obrigações interpretações legalistas e casuísticas que, em lugar de favorecerem o encontro da pessoa com Deus, só serviram para afastar cada vez mais os dois parceiros da Aliança.</p>
<p>Deles diz-se, em segundo lugar, que são incoerentes (vers. 3). “Dizem e não fazem”. O seu comportamento não é coerente com as suas palavras e os seus ensinamentos. Os cristãos são convidados a escutar os seus ensinamentos – coisa que muitos cristãos de origem judaica faziam – mas a não imitar o seu exemplo.</p>
<p>Deles diz-se, em terceiro lugar, que carregam as pessoas com fardos pesados e insuportáveis (vers. 4). Na verdade, as exigências dos fariseus tornavam impossível a vida dos crentes, tantas eram as leis, as obrigações, as proibições que eles faziam derivar da Lei. A impossibilidade de conhecer e de cumprir todos os preceitos, criava nas pessoas uma consciência de impureza e de pecado que oprimia as consciências e que matava a alegria. Era uma autêntica escravatura da Lei.</p>
<p>Deles diz-se, finalmente, que gostam de fazer da sua fé e da sua piedade um espetáculo e uma exibição. Fazem as coisas para que todos percebam a sua grandeza e superioridade, e não se esquecem nunca de publicitar a sua fé e a sua piedade. A vaidade parece ser a nota dominante das suas ações.</p>
<p>E os cristãos, como devem viver? Que cuidados é preciso ter para que estas atitudes não se perpetuem na Igreja de Jesus?<br />
Fundamentalmente, é preciso que a comunidade cristã seja uma verdadeira fraternidade (vers. 8: “vós sois todos irmãos”). A Igreja não é constituída por “superiores” e “súbditos”, “mestres” e “discípulos”, “pais” e “filhos”, “doutores” e “alunos”, mas por irmãos iguais, que têm um Pai comum (vers. 9: “um só é o vosso Pai, aquele que está no céu”) e que seguem o mesmo Cristo (vers. 10: “um só é o vosso doutor, Cristo”). Na Igreja de Jesus não pode haver quem queira mandar nos outros, ou quem se considere a si próprio mais importante, mais digno, mais honrado, mais preparado do que os outros…  Na comunidade de Jesus, só o amor e o serviço devem ter o primeiro lugar (vers. 11: “o maior de entre vós, será o vosso servo”).<br />
A comunidade cristã deve anunciar profeticamente o Reino de Deus… Ora, nesse Reino proposto à humanidade por Deus e inaugurado por Jesus, só o Pai (Deus) e o Filho (Jesus) ocupam um lugar de honra. Os crentes, iguais em dignidade, são irmãos; entre si, devem amar-se e fazer-se servidores uns dos outros.</p>
<p>O texto convida-nos a uma reflexão sobre a seriedade, a verdade e a coerência do nosso compromisso com Deus e com o Reino. De forma especial, interpelam os animadores das comunidades cristãs acerca da verdade do seu testemunho, da pureza dos seus motivos, do seu real empenho na construção de comunidades comprometidas com os valores do Evangelho.</p>
<p><strong>MEDITATIO – meditação</strong></p>
<ul>
<li>As atitudes criticadas por Jesus, existem na minha comunidade?</li>
<li>Sinto que a minha participação na comunidade é para o serviço aos outros ou para ser reconhecido?</li>
<li>O que me move é a construção do Reino de Deus?</li>
</ul>
<p><strong>ORATIO – oração</strong></p>
<p><strong>CONTEMPLATIO – contemplação</strong></p>
<p><strong>MISSIO – missão</strong></p>
<p>“Sejam simples e verdadeiros. O que é sim, seja sim; o que é não, seja não. Sede transparentes no falar: dizei as coisas como são ou como pensais que sejam.” José Allamano</p>
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		<title>Show Missionário 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 13:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Família Missionária da Consolata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Missão]]></category>
		<category><![CDATA[Show Missionário]]></category>

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		<description><![CDATA[O Show Missionário aconteceu pela quinta vez e quer falar da missão aos jovens]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_913" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-913" title="Show Missionário" src="http://www.consolata.org.br/wp-content/uploads/2011/10/show_2011-300x186.jpg" alt="" width="300" height="186" /><p class="wp-caption-text">Ir. Hortensia e Andrea se preparam para a apresentação</p></div>
<p>A tarde não era convidativa, a chuva que vinha caindo nos dias anterior teimava em não parar, foi neste clima pouco convidativo que o Show Missionário 2011 aconteceu, apesar do clima externo não será muito &#8220;agradável&#8221; no interior do salão paroquial da Paróquia Santa Cruz (zona norte de São Paulo), o ambiente foi bem agradável. Um grupo de jovens provenientes de várias paróquias apresentaram músicas, danças, teatros e apresentações sobre o tema da Campanha Missionária deste ano, a saber, Missão na Ecologia.</p>
<p>O Show Missionário teve a presença dos seminaristas do teológico dos Missionários da Consolata que também fez uma apresentação, que foi bastante aplaudida pelos que assistiram. Note-se ainda a presença de vários Missionários da Consolata, alguns que vieram prestigiar o Show Missionário e outros que acompanharam os &#8220;seus&#8221; jovens ao evento.</p>
<p>Também as Missionárias da Consolata estiveram presentes em bom número, com destaque para a apresentação da Ir. Hortensia e da Andrea. Este ano o Show Missionário contou também com a presença do Pe. Domingos Forte, Missionário da Consolata, que trabalha no sertão bahiano que regressando de férias de Portugal, quis participar e tocou e cantou também para os presentes.</p>
<p>A ecologia despertou várias reflexões entre os jovens, notando-se que todos sentem o tema como algo muito importante e urgente, basta que agora no dia a dia esta importância seja mantida.<br />
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		<title>Mandamento Maior – XXX Domingo</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 13:25:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Família Missionária da Consolata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leitura Orante]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Mateus 22]]></category>
		<category><![CDATA[próximo]]></category>

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		<description><![CDATA[Os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então se reuniram, e um deles, um doutor da Lei, perguntou-lhe, para experimentá-lo: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” Ele respondeu: “‘Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu entendimento!’ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então se reuniram, e um deles, um doutor da Lei, perguntou-lhe, para experimentá-lo: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” Ele respondeu: “‘Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu entendimento!’ Esse é o maior e o primeiro mandamento. Ora, o segundo lhe é semelhante: ‘Amarás teu próximo como a ti mesmo’. Toda a Lei e os Profetas dependem desses dois mandamentos”. (Mateus 22, 34-40)</p></blockquote>
<p><strong>LECTIO &#8211; Leitura</strong><br />
Após a “provocação lançada por Jesus às autoridades narrando três parábolas em que dava conta da rejeição que as autoridades tinham feito em relação à novidade trazida por Jesus, seguem-se as respostas em forma de “armadilhas”, na semana passada encontramos a “armadilha” dos saduceus e dos herodianos, agora são os mestres da Leia que preparam nova “armadilha”. Tudo continua acontecendo na cidade de Jerusalém, que serve de pano de fundo para estas disputas. As “armadilhas” preparadas pelos adversários de Jesus são bem organizadas e montadas, destinadas a surpreender afirmações polêmicas de Jesus, capazes de serem usadas em tribunal para conseguir a sua condenação. Depois da controvérsia sobre o tributo a César (Mt 22,15-22) e da controvérsia sobre a ressurreição dos mortos (Mt 22,23-33), chega a controvérsia sobre o maior mandamento da Lei (Mt 22,34-40). É sobre esta última que iremos refletir.</p>
<p>Ao perguntar a Jesus qual é o maior mandamento da Lei, os fariseus procuram demonstrar que Jesus não sabe interpretar a Lei e que, portanto, não é digno de crédito.<br />
A questão do maior mandamento da Lei não era uma questão pacífica e era, no tempo de Jesus, objeto de debates intermináveis entre os fariseus e os doutores da Lei. A preocupação em atualizar a Lei, de forma a que ela respondesse a todas as questões que a vida do dia a dia punha, tinha levado os doutores da Lei a deduzir um conjunto de 613 preceitos, dos quais 365 eram proibições e 248 ações a pôr em prática. Esta “multiplicação” dos preceitos legais lançava, evidentemente, a questão das prioridades: todos os preceitos têm a mesma importância, ou há algum que é mais importante do que os outros? É este desafio que Jesus deverá responder.</p>
<p>A resposta de Jesus, como sempre, vai além de uma simples resposta, situando-se ao nível das opções profundas que deve fazer… O importante, na perspectiva de Jesus, não é definir qual o mandamento mais importante, mas encontrar a raiz de todos os mandamentos. E, na perspectiva de Jesus, essa raiz gira à volta de duas coordenadas: o amor a Deus e o amor ao próximo. A Lei e os Profetas são apenas comentários a estes dois mandamentos.<br />
A expressão “a Lei e os Profetas” era usada pelos cristãos para se referirem aos livros inspirados do Antigo Testamento, que apresentavam a revelação de Deus. Dizer, portanto, que “nestes dois mandamentos se resumem a Lei e os Profetas”, significa que eles encerram toda a revelação de Deus, que eles contêm a totalidade da proposta de Deus para a humanidade.</p>
<p>A originalidade deste resumo da Lei não está nas idéias de amor a Deus a ao próximo, que são bem conhecidas do Antigo Testamento: Jesus limita-Se a citar Dt 6,5 (no que diz respeito ao amor a Deus) e Lv 19,18 (no que diz respeito ao amor ao próximo)… A originalidade está, por um lado, no fato de Jesus os aproximar um do outro, pondo-os em perfeito paralelo e, por outro, no fato de Jesus simplificar e concentrar toda a revelação de Deus nestes dois mandamentos.<br />
Portanto, o compromisso religioso resume-se no amor a Deus e no amor ao próximo. O que Jesus queria dar a entender?<br />
Jesus parece nunca se preocupar excessivamente com o cumprimento dos rituais litúrgicos que a religião judaica propunha. A grande preocupação de Jesus foi, em contrapartida, discernir a vontade do Pai e a cumpri-la com fidelidade e amor. “Amar a Deus” é pois, na perspectiva de Jesus, estar atento aos projetos do Pai e procurar concretizar, na vida do dia a dia, os seus planos. Ora, na vida de Jesus, o cumprimento da vontade do Pai passa por fazer da vida uma entrega de amor aos irmãos, se necessário até ao dom total de si mesmo.<br />
Assim, na perspectiva de Jesus, “amor a Deus” e “amor aos irmãos” estão intimamente associados. Não são dois mandamentos diversos, mas duas faces da mesma moeda. “Amar a Deus” é cumprir o seu projeto de amor, que se concretiza na solidariedade, na partilha, no serviço, no dom da vida aos irmãos.</p>
<p>Como é que deve ser esse “amor aos irmãos”? Este texto só explica que é preciso “amar o próximo como a si mesmo”. As palavras “como a si mesmo” não significam qualquer espécie de condicionalismo, mas que é preciso amar totalmente, de todo o coração.<br />
Noutros textos do evangelista Mateus, Jesus explica aos seus discípulos que é preciso amar os inimigos e orar pelos perseguidores (veja Mt 5,43-48). Trata-se, portanto, de um amor sem limites, sem medida e que não distingue entre bons e maus, amigos e inimigos. Aliás, Lucas, ao contar este mesmo episódio acrescenta-lhe a história do “bom samaritano”, explicando que esse “amor aos irmãos” pedido por Jesus é incondicional e deve atingir todo o irmão que encontrarmos nos caminhos da vida, mesmo que ele seja um estrangeiro ou inimigo (veja Lc 10,25-37).</p>
<p><strong>MEDITATIO – meditação</strong></p>
<ul>
<li>O que é que este texto diz para a minha vida atual?</li>
<li>O que significa para mim amar a Deus e ao irmão ?</li>
<li>Meu amor pelos outros é incondicional ou condicionado a várias coisas?</li>
</ul>
<p><strong>ORATIO – oração</strong></p>
<p><strong>CONTEMPLATIO – contemplação</strong></p>
<p><strong>MISSIO – missão</strong></p>
<p>“Eu consolo-me por ter procurado cumprir sempre a vontade de Deus, reconhecida na voz dos superiores. Esta foi e continua a ser a minha consolação na vida e a sê-lo-à também na hora da morte.” José Allamano</p>
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		<title>O Banquete – XXVIII Domingo</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 18:48:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Família Missionária da Consolata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leitura Orante]]></category>
		<category><![CDATA[Banquete]]></category>
		<category><![CDATA[Mateus 22]]></category>
		<category><![CDATA[Palavra Orante]]></category>

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		<description><![CDATA[Jesus voltou a falar em parábolas aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo, dizendo: “O Reino dos Céus é como um rei que preparou a festa de casamento do seu filho. Mandou seus servos chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram vir. Mandou então outros servos, com esta ordem: ‘Dizei aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Jesus voltou a falar em parábolas aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo, dizendo: “O Reino dos Céus é como um rei que preparou a festa de casamento do seu filho. Mandou seus servos chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram vir. Mandou então outros servos, com esta ordem: ‘Dizei aos convidados: já preparei o banquete, os bois e os animais cevados já foram abatidos e tudo está pronto. Vinde para a festa!’ Mas os convidados não deram a menor atenção: um foi para seu campo, outro para seus negócios, outros agarraram os servos, bateram neles e os mataram. O rei ficou irritado e mandou suas tropas matar aqueles assassinos e incendiar a cidade deles. Em seguida, disse aos servos: ‘A festa de casamento está pronta, mas os convidados não foram dignos dela. Portanto, ide às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes’. Os servos saíram pelos caminhos e reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala da festa ficou cheia de convidados. Quando o rei entrou para ver os convidados, observou um homem que não estava em traje de festa e perguntou-lhe: ‘Meu caro, como entraste aqui sem o traje de festa? ’ Mas o homem ficou sem responder. Então o rei disse aos que serviam: ‘Amarrai os pés e as mãos desse homem e lançai-o fora, nas trevas! Ali haverá choro e ranger de dentes’.Pois muitos são chamados, mas poucos são escolhidos”. (Mateus 22,1-14)</p></blockquote>
<p><strong>LECTIO – Leitura</strong></p>
<p>Jerusalém é o pano de fundo onde o episódio relatado acontece, nos dias que antecedem a Páscoa judaica. As autoridades judaicas já estão certos de que Jesus se tornou um inconveniente que precisa ser eliminado para não causar mais “estragos”. Assim, programam o modo de “eliminar” Jesus. Perante esta recusa das autoridades, Jesus conta três parábolas que visam ilustrar esta rejeição. O texto em consideração faz parte deste bloco, (veja Mt 21,28-32. 33-43; 22,1-14), esta é a última destas três parábolas. O objetivo deste grupo de parábolas é levar as autoridades a reconhecerem que se fecharam em si próprios, num esquema de auto-suficiência, de orgulho, de arrogância, de preconceitos, que não os deixa abrir o coração e a vida aos dons de Deus.</p>
<p>Se considerarmos a nossa parábola, muitos biblistas apontam que na verdade esta parábola é composta por duas: a parábola dos convidados para o “banquete” (comum a Mateus e Lucas, embora as duas versões apresentem diferenças consideráveis) e a parábola do convidado que se apresentou sem o traje adequado (exclusiva de Mateus). Originalmente, as duas parábolas teriam ensinamentos diferentes; mas a temática comum do “banquete” aproximou-as e juntou-as.<br />
O cenário destas duas parábolas, que agora aparecem juntas, é o de um “banquete de festa”. O “banquete” era, na cultura semita, o lugar do encontro, da comunhão, do estreitamento de laços familiares entre os convidados. Além disso, o “banquete” era também a cerimônia através da qual se confirmava o “status” das pessoas e o seu lugar dentro da escala social. Quem organizava um “banquete” – por exemplo, por ocasião do casamento de um filho – procurava fazer uma seleção cuidada dos convidados: a presença de gente “desclassificada” faria descer consideravelmente, aos olhos de toda a comunidade, o “status” da família; e, por outro lado, a presença à mesa de pessoas importantes realçava a importância e a honra da família.</p>
<p>A primeira parábola é a parábola dos convidados para o “banquete” (vers. 1-10). Apresenta-nos um rei que organizou um banquete para celebrar o casamento do seu filho. Convidou várias pessoas, mas os convidados recusaram-se a participar no “banquete”, apresentando uma série de desculpas. Mateus chega a dizer (um dado que não aparece no relato de Lucas) que teriam até assassinado os emissários do rei… Trata-se de um quadro gravíssimo: recusar o convite era uma ofensa inqualificável; mas, como se isso não bastasse, esses convidados indignos manifestaram um desprezo inconcebível pelo rei, matando até os seus servos. O rei enviou então as suas tropas que castigaram os assassinos (tal referência não aparece no relato de Lucas… É uma provável interpretação da destruição de Jerusalém pelos exércitos romanos de Tito, no ano 70).</p>
<p>O rei resolveu, apesar de tudo, manter a festa e mandou que fossem trazidos para o “banquete” todos aqueles fossem encontrados nas “encruzilhadas dos caminhos”. E esses desclassificados, que nunca se tinha sentado à mesa de uma personagem importante celebrou a festa à mesa do rei.</p>
<p>O sentido da parábola é óbvio… Deus é o rei que convidou Israel para o “banquete” do encontro, da comunhão, da chegada dos tempos messiânicos. Os sacerdotes, os escribas, os doutores da Lei recusaram o convite e preferiram continuar agarrados aos seus esquemas. Então, Deus convidou para o “banquete” do Messias esses pecadores e desclassificados que, na perspectiva da teologia oficial, estavam arredados da comunhão com Deus e do Reino.<br />
Esta parábola explicita bem a situação em que o próprio Jesus se move… Ele aparece, com freqüência, a participar em “banquetes” ao lado de gente duvidosa e desclassificada, ao ponto de os seus inimigos o acusarem de “comilão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e de pecadores” (Mt 11,19; Lc 7,34). Porque é que Jesus participa nesses “banquetes”, correndo o risco de adquirir uma fama tão desagradável? Porque no Antigo Testamento os tempos messiânicos são descritos com a imagem de um “banquete” que Deus prepara para todos os povos. Ora, Jesus tem consciência de que, com Ele, esses tempos chegaram; e utiliza o cenário do “banquete” para expressar a realidade do Reino (a mesa da festa, do amor, da comunhão com Deus, para a qual todos os homens e mulheres, sem exceção, são convidados). Para Ele, o sentar-se à mesa com os pecadores é uma forma privilegiada de lhes dizer que Deus os acolhe com amor e que quer estabelecer com eles relações de comunhão e de familiaridade, sem excluir ninguém do seu convívio ou da sua comunidade.</p>
<p>Os líderes de Israel, no entanto, sempre reprovaram a Jesus esse contato com os pecadores e os desclassificados… Para eles, os publicanos e as prostitutas, por exemplo, estavam definitivamente arredadas da comunidade da salvação. Sentá-los à mesa do “banquete” do Reino é algo de inaudito e que os líderes de Israel acham absolutamente inapropriado.</p>
<p>A segunda parábola é a parábola do convidado que se apresentou na festa sem o traje nupcial (vers. 11-14). O rei que organizou o “banquete” mandou, então, lançá-lo fora da sala onde se realizava a festa.<br />
A parábola constitui uma advertência àqueles que aceitaram o convite de Deus para a festa do Reino, aderiram à proposta de Jesus e receberam o Batismo. Mateus escreve no final do século I (anos 80), quando os cristãos já tinham esquecido o entusiasmo inicial e viviam instalados numa fé pouco exigente. Consideravam que já tinham feito uma opção definitiva e que já tinham assegurado a salvação. Mateus diz-lhes: cuidado, porque não chega entrar na sala do “banquete”; é preciso, além disso, vestir um estilo de vida que ponha em prática os ensinamentos de Jesus. Quem foi batizado e aderiu ao “banquete” do Reino, mas recusou o traje do amor, da partilha, do serviço, da misericórdia, do dom da vida e continua vestido de egoísmo, de arrogância, de orgulho, de injustiça, não pode participar na festa do encontro e da comunhão com Deus. Deus chamou todos os homens e mulheres para participarem no “banquete”; mas só serão admitidos aqueles que responderem ao convite e mudarem completamente a sua vida.</p>
<p><strong>MEDITATIO – meditação</strong></p>
<ul>
<li>As parábolas são claras de que Deus convida todos, sem qualquer tipo de exceção. Será que estou disposto a acolher o convite ou também apresento desculpas para não participar da festa?</li>
<li>As autoridades religiosas do tempo de Jesus consideravam que só alguns poderiam se salvar e fechavam as portas aos outros. Será que às vezes nossas comunidades não agem do mesmo modp ?</li>
<li>A parábola da pessoa que se apresenta sem o traje apropriado convida-nos a considerar que a salvação não é uma conquista, feita de uma vez por todas, mas um sim a Deus que deve ser sempre renovado. Será que às vezes não nos acomodamos em demasia na nossa vida de fé?</li>
</ul>
<p><strong>ORATIO – oração</strong></p>
<p><strong>CONTEMPLATIO – contemplação</strong></p>
<p><strong>MISSIO – missão</strong></p>
<p>“Ai de quem se obstina nas suas idéias e não é capaz de ceder um milímetro para aceitar as da maioria! Esta pessoa trabalhará em vão e poderá mesmo destruir o bem que os outros fazem.” José Allamano</p>
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		<item>
		<title>1º Festival Jovem Consolata Bahia</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 22:11:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Família Missionária da Consolata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>

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		<description><![CDATA[Jovens bahianos participam do 1º Festival Jovem Consolata]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-899" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Jovens do Festival Jovem Consolata" src="http://www.consolata.org.br/wp-content/uploads/2011/09/jovensfestival-300x186.jpg" alt="" width="300" height="186" />A ruptura entre o Evangelho e a cultura é sem dúvida o drama da nossa época, como o foi também de outras épocas.(EN, II-20)<br />
Jovens lotaram o Centro Cultural de Plataforma, Salvador, nos dias 9 a 11 de Setembro de 2011, para o Iº Festival Jovem Consolata na Bahia. O evento deste, organizado pelos missionários e missionárias da Consolata presente no estado da Bahia, Brasil, vem para caracterizar e qualificar o lugar dos jovens na construção da sociabilidade contemporânea que vive a democratização da cultura e da informação. o foco do festival jovem, sendo primeira experiência no planejamento da equipe AMV de IMC e MC na Bahia, é fazer um intercambio intermunicipal (monte santo, jaguarari, feira de Santana e salvador) de jovens visando o como os jovens podem evangelizar outros jovens usando as expressões culturais. No evento, foram apresentados, pelos mesmos jovens, espetáculos artísticas de teatro, danças brasileiras e africana, poesias, musicas, e capoeira com o tema: “Juventude, Cultura e Evangelização”. Tema que se fundamenta na exortação apostólica Evangelii Nuntiandi do papa Paulo VI:</p>
<blockquote><p>A evangelização não se dá fora da cultura. Nem o Evangelho se identifica com as culturas, mas identifica-se nas culturas. E a fé apresenta-se mais como atitude de encontro com o Acontecimento, do que como a apropriação de um credo. Ela é também o sentimento estético, descodificação e desejo de transformação da história&#8230; A ruptura entre o Evangelho e a cultura é sem dúvida o drama da nossa época, como o foi também de outras épocas. Assim, importa envidar todos os esforços no sentido de uma generosa evangelização da cultura, ou mais exatamente das culturas. Estas devem ser regeneradas mediante o impacto da Boa Nova. Mas um tal encontro não virá a dar-se se a Boa Nova não for proclamada.</p></blockquote>
<p>Na oportunidade, os jovens tiveram a oportunidade de animar missas na paróquia são Brás de plataforma, assim como participar na festa da Nossa Senhora de Nazaré, comunidade da mesma, e também visitaram alguns lugares históricos que fazem parte da historia de povo de salvador e do Brasil todo. Lembrando as palavras da Puebla, o festival terminou, mas a missão de jovens continua, unidos e fortes. Se despedindo uns aos outros, cantaram, “Somos jovens decididos caminhando pro Senhor, trabalhando para Cristo por amor. A nossa juventude nos usamos para o bem, vem se juntar a nós você também”.</p>
<p>Michael Mutinda<br />
AMV – Paróquia são Brás- Salvador, BA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Misericórdia – XXIV Domingo</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Sep 2011 13:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Família Missionária da Consolata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leitura Orante]]></category>
		<category><![CDATA[Mateus 18]]></category>
		<category><![CDATA[Misericórdia]]></category>
		<category><![CDATA[Perdão]]></category>

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		<description><![CDATA[Então Pedro se aproximou dele e disse: Senhor, quantas vezes devo perdoar a meu irmão, quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?Respondeu Jesus: Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Por isso, o Reino dos céus é comparado a um rei que quis ajustar contas com seus servos. Quando começou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Então Pedro se aproximou dele e disse: Senhor, quantas vezes devo perdoar a meu irmão, quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?Respondeu Jesus: Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Por isso, o Reino dos céus é comparado a um rei que quis ajustar contas com seus servos. Quando começou a ajustá-las, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. Como ele não tinha com que pagar, seu senhor ordenou que fosse vendido, ele, sua mulher, seus filhos e todos os seus bens para pagar a dívida. Este servo, então, prostrou-se por terra diante dele e suplicava-lhe: Dá-me um prazo, e eu te pagarei tudo! Cheio de compaixão, o senhor o deixou ir embora e perdoou-lhe a dívida. Apenas saiu dali, encontrou um de seus companheiros de serviço que lhe devia cem denários. Agarrou-o na garganta e quase o estrangulou, dizendo: Paga o que me deves! O outro caiu-lhe aos pés e pediu-lhe: Dá-me um prazo e eu te pagarei! Mas, sem nada querer ouvir, este homem o fez lançar na prisão, até que tivesse pago sua dívida. Vendo isto, os outros servos, profundamente tristes, vieram contar a seu senhor o que se tinha passado. Então o senhor o chamou e lhe disse: Servo mau, eu te perdoei toda a dívida porque me suplicaste. Não devias também tu compadecer-te de teu companheiro de serviço, como eu tive piedade de ti? E o senhor, encolerizado, entregou-o aos algozes, até que pagasse toda a sua dívida. Assim vos tratará meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão, de todo seu coração. (Mateus 18,21-35)</p></blockquote>
<p><strong>LECTIO &#8211; Leitura</strong></p>
<p>O evangelho proposto faz parte do “discurso comunitário”, apresentado no capítulo 18 de Mateus. O texto tem como base o evangelho de Marcos, mas é de notar que o evangelista Mateus trabalhou e expandiu o material de Marcos. Os destinatários do discurso são os discípulos, ou seja, é a comunidade cristã que hoje lê e escuta este Evangelho. Certamente, que o evangelista está tentando ajudar a comunidade cristã a superar as tensões e os conflitos que surgiam na comunidade. A proposta é ultrapassar essas situações com a compaixão e o perdão, as quais são atitudes próprias de Deus, que o discípulo deve assumir</p>
<p>O mandamento do perdão não é novo, já o AT convidava ao perdão e a não guardar rancor contra os outros. Os “mestres” de Israel estavam, no entanto, de acordo em que a obrigação de perdoar existia apenas em relação aos membros do Povo de Deus. A grande discussão girava, porém, à volta do número limite de vezes em que se devia perdoar. Todos – desde os mais exigentes aos mais misericordiosos – aceitavam, contudo, que o perdão tem limites e que não se deve perdoar indefinidamente.<br />
É nesta problemática que Jesus é envolvido pelos discípulos. Pedro, o porta-voz da comunidade, consulta Jesus acerca dos limites do perdão. Ele sabe que, quanto a isto, Jesus tem idéias radicais e, talvez com alguma ironia, pergunta a Jesus se, na sua perspectiva, se deve perdoar sempre (“até sete vezes?”: o número sete, na cultura semita, indica “totalidade”).<br />
Jesus responde que não só se deve perdoar sempre, mas de forma ilimitada, total, absoluta (“setenta vezes sete”). Deve-se perdoar sempre, a toda a gente (mesmo aos inimigos) e sem qualquer reserva, sombra ou prevenção.</p>
<p>Para exemplificar seu ensinamento Jesus conta aos discípulos uma parábola. A parábola apresenta-se em três momentos.<br />
O primeiro momento coloca-nos diante de uma cena de corte real: um funcionário real, na hora de prestar contas ao seu senhor, afirmar não ter como pagar a sua dívida. O senhor ordena que o funcionário e a sua família sejam vendidos como escravos; porém, perante a humildade e a submissão do servo, o senhor deixa-se dominar por sentimentos de misericórdia e perdoa a dívida. O que deve ser notados e que impressiona é o montante astronômico da dívida: dez mil talentos (um talento equivalia a cerca de 36 Kg e podia ser em ouro ou em prata. Dez mil talentos é, portanto, uma soma incalculável). O exagero da dívida serve, aqui, para pôr em relevo a misericórdia infinita do senhor.<br />
O segundo momento descreve como esse funcionário que experimentou a misericórdia do seu senhor se recusou, logo a seguir, a perdoar um companheiro que lhe devia cem denários (um denário equivalia a 12 gramas de prata e era o pagamento diário de um operário não especializado. Cem denários correspondia, portanto, a uma quantia insignificante para um alto funcionário do rei).<br />
Quando estes dois quadros são postos em paralelo, sobressaem, por um lado, a desproporção entre as duas dívidas e, por outro, a diferença de atitudes e de sentimentos entre o senhor (capaz de perdoar infinitamente) e o funcionário do rei (incapaz de se converter à lógica do perdão, mesmo depois de ter experimentado a alegria de ser perdoado).<br />
É precisamente desta diferença de comportamentos e de lógicas que resulta o terceiro momento: os outros companheiros do funcionário real, chocados com a sua ingratidão, informaram o rei do sucedido; e o rei, escandalizado com o comportamento do seu funcionário, castigou-o duramente.</p>
<p>A parábola é uma catequese sobre a misericórdia de Deus. Mostra como, na perspectiva de Deus, o perdão é ilimitado, total e absoluto.<br />
Depois, a parábola convida-nos a analisar as nossas atitudes e comportamentos face aos irmãos que erram. Mostra como neste capítulo, a nossa lógica está, tantas vezes, distante da lógica de Deus. Diante de qualquer falha do irmão, assumimos a pose de vítimas magoadas e, muitas vezes, tomamos atitudes de vingança que são o sinal claro de que ainda não interiorizamos a lógica de Deus.</p>
<p>Finalmente, a parábola sugere que existe uma relação entre o perdão de Deus e o perdão humano. Mateus está querendo dizer que na comunidade cristã deve funcionar a lógica do perdão ilimitado, pois essa é a lógica de Deus, e assim, terá de ser a lógica da comunidade também. Se nosso coração não bater segundo a lógica do perdão, não terá lugar para acolher a misericórdia, a bondade e o amor de Deus. Fazendo a experiência do amor e da misericórdia de Deus transforma nosso coração e ensina-nos a amar os outros.</p>
<p>O que significa, realmente, perdoar? Significa ceder sempre diante daqueles que nos magoam? Significa pactuar com a injustiça e a opressão? Significa tolerar tudo num silêncio feito de cobardia e de conformismo? Não. O perdão não pode ser confundido com passividade, com alienação, com conformismo, com cobardia, com indiferença… O cristão, diante da injustiça e da maldade, não esconde a cabeça na areia, fingindo que não viu nada… O cristão não aceita o pecado e não se cala diante do que está errado; porém não guarda rancor para quem erra, e nem permite que as falhas derrubem as possibilidades de encontro, de comunhão, de diálogo, de partilha…</p>
<p><strong>MEDITATIO – meditação</strong></p>
<ul>
<li> O convite a viver a misericórdia e o perdão é, provavelmente, a mais exigente missão que Jesus nos deixou. Pessoalmente, como é que me situo face a isto?</li>
<li> O mundo considerar que perdoar é uma atitude de “gente fraca”. É essa a minha opinião?</li>
<li> O rancor, a vingança são atitudes que não deveriam fazer parte do coração do discípulo. Será que em meu coração existem tais sentimentos?</li>
</ul>
<p><strong>ORATIO – oração</strong></p>
<p>Jesus viveu durante toda a sua vida a misericórdia, a compaixão e o perdão. Aliás, este sempre disposto a acolher aqueles que, por causa, dos seus erros tinham sido colocados à margem. Sabemos que nem sempre imitamos estas atitudes de Jesus, assim, peçamos perdão pela incapacidade de perdoar, pelo rancor que permanece no coração, pela sede de vingança.</p>
<p><strong>CONTEMPLATIO – contemplação</strong></p>
<p>Contemple Jesus na cruz sofrendo, mas ainda assim, capaz de pedir perdão por aqueles que o maltratam. Este episódio é o símbolo máximo da capacidade de perdoar.</p>
<p><strong>MISSIO – missão</strong></p>
<p>“Somos chamados a amar a Deus e a fazer o bem: todo o bem possível e melhor que for possível. Quanto mais amarmos a Deus mais perfeitos seremos; a medida da perfeição é o amor.” José Allamano</p>
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		<title>A partilha – XVIII Domingo</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 14:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Família Missionária da Consolata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leitura Orante]]></category>
		<category><![CDATA[Mateus 14]]></category>
		<category><![CDATA[Partilha]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao ser informado da morte de João, Jesus partiu dali e foi, de barco, para um lugar deserto, a sós. Quando as multidões o souberam, saíram das cidades e o seguiram a pé. Ao sair do barco, Jesus viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes. Ao entardecer, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Ao ser informado da morte de João, Jesus partiu dali e foi, de barco, para um lugar deserto, a sós. Quando as multidões o souberam, saíram das cidades e o seguiram a pé. Ao sair do barco, Jesus viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes. Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se dele e disseram: “Este lugar é deserto e a hora já está adiantada. Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!” Jesus porém lhes disse: “Eles não precisam ir embora. Vós mesmos dai-lhes de comer!” Os discípulos responderam: “Só temos aqui cinco pães e dois peixes”. Ele disse: “Trazei-os aqui”. E mandou que as multidões se sentassem na relva. Então, tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção, partiu os pães e os deu aos discípulos; e os discípulos os distribuíram às multidões. Todos comeram e ficaram saciados, e dos pedaços que sobraram recolheram ainda doze cestos cheios. Os que comeram foram mais ou menos cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças. (Mateus 14,13-21)</p></blockquote>
<p><strong>LECTIO &#8211; Leitura</strong></p>
<p>O evangelho nos coloca num contexto de uma refeição. A refeição é para a cultura judaica um momento do encontro, de fraternidade, momento oportuno para a familiaridade e a comunhão. Assim, a refeição é símbolo desse Reino dos Céus que está se tornando realidade e no toda a humanidade se sentará à mesa de Deus para celebrar a fraternidade, a igualdade e a felicidade sem fim.</p>
<p>Como nota introdutório, Mateus informa que Jesus se retirou para o deserto, seguido por uma “grande multidão”, impressionado pela fome de vida de toda essa gente, se encheu “de compaixão e curou os seus doentes” (vs. 13-14). O evangelista está interessado em mostrar Jesus como o novo Moisés, cuja missão é libertar o povo da escravidão, a fim de conduzi-lo à terra da liberdade e da vida plena. Essa missão começa por um tempo de deserto&#8230; tal como Moisés conduziu o povo de Israel pelo deserto até à terra prometida.</p>
<p>O deserto é local e tempo privilegiado para o encontro com Deus, foi no deserto que o povo de Israel aprendeu a libertar-se das seguranças humanas, da sua auto-suficiência, para descobrir que cada passo em direção à liberdade, cada pedaço de pão caído do céu, cada gota de água que brota de um rochedo, é um “milagre” que é preciso agradecer ao amor de Deus. Tudo é um dom de Deus, que o Povo deve acolher com o coração agradecido. O deserto é ainda o lugar e o tempo da partilha, da igualdade, em que cada membro do Povo conta com a solidariedade do resto da comunidade, onde não há egoísmo, injustiça, prepotência, acúmulo de bens que pertencem a todos, e em que todos dão as mãos para superar as dificuldades da caminhada. No deserto sem solidariedade se está condenado à morte.</p>
<p>Esta é experiência que Jesus convida os discípulos a fazer. Vai ensinar-lhes, como bom Mestre, que tudo é um dom que deve ser agradecido ao amor de Deus; mais, vai ensinar-lhes também que os dons de Deus são para ser partilhados, colocados ao serviço de todos, só assim poderá nascer o novo reino.</p>
<p>A história da multiplicação dos pães apresenta todas as características de uma lição, destinada a demonstrar como é que deve viver quem quer aderir ao Reino.</p>
<p>A primeira lição é destinada a formar os membros do Reino a constatarem a fome do mundo e com a responsabilização da comunidade do Reino nesse problema… Os discípulos pensam que a fome daquela gente não é um problema que lhes toca resolver, ao contrário, Jesus lhes afirma: “dai-lhes vós de comer”. Assim, os discípulos descobrem que essa é uma missão que lhes compete responder. Deste modo, as “fomes” e os “gritos” do mundo não devem ser ignorados, mas ao contrário, atendidos. A dinâmica do Reino passa pela solidariedade que torna todos os cristãos responsáveis pelas necessidades dos pobres.</p>
<p>Na segunda lição, Jesus ensina como dar resposta a este desafio. Começa por pedir aos discípulos que façam a listagem dos bens disponíveis; depois, toma os “cinco pães e dois peixes”, proclama a bênção e manda partilhar por todos os presentes… Todos comeram até ficarem satisfeitos.</p>
<p>O ensinamento é claro: diante do apelo dos pobres, a comunidade do Reino tem de aprender a partilhar. “Cinco pães e dois peixes” (7) significam totalidade: é na partilha da totalidade do que se tem que se responde à carência dos irmãos. A comunidade do Reino é, portanto, não só uma comunidade que se sente responsável pela fome dos irmãos, mas também uma comunidade de coração aberto, disposta a repartir tudo o que tem… É uma comunidade que venceu a escravidão do egoísmo, para fazer a experiência da partilha.</p>
<p>Na terceira lição, Jesus dá a razão para a partilha. “Tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao céu e recitou a bênção”. A “bênção” é uma fórmula de ação de graças, na qual se agradece a Deus pelos seus dons. Isso significa, em concreto, reconhecer que algo que se possui é um dom recebido de Deus… Destinado à partilha entre todos. Portanto, “pronunciar a bênção” é reconhecer que determinado dom veio de Deus e que deve ser partilhado.  Aquele que recebeu esse dom não é o seu dono; mas é apenas um administrador a quem Deus confiou determinado dom, para que o pusesse ao serviço de todos com a mesma gratuidade com que o recebeu.</p>
<p><strong>MEDITATIO – meditação</strong></p>
<ul>
<li>Jesus vê a fome do povo. Será que estou atendo as “fomes” do povo de hoje? Estou disposto a encontrar uma resposta ou penso que isso não é minha responsabilidade?</li>
<li>Os bens e os dons que Deus me deu são para ser partilhados: é essa a minha atitude?</li>
<li>O evangelho recorda a eucaristia quando Jesus pronuncia a bênção, assim, a eucaristia é um convite à partilha, é assim que vivo a eucaristia?</li>
</ul>
<p><strong>ORATIO – oração</strong></p>
<p>Jesus vê a fome e sente compaixão, não passa ao lado, não fica indiferente, peça a Deus um olhar capaz de ver a dor dos irmãos e um coração compassivo para procurar uma resposta para os gritos de tantos que continuam sofrendo.</p>
<p><strong>CONTEMPLATIO – contemplação</strong></p>
<p>Quantas sedes e fomes estão em nós e entre nós, para as quais gastamos o nosso dinheiro e nossas forças, sem nunca ficarmos saciados! Ousemos fazer do jeito de Jesus para ficarmos saciados de verdade.</p>
<p><strong>MISSIO – missão</strong></p>
<p>“Quando recebemos louvores de alguém, devemos interrogar-nos e dizer: Será que Deus também me poderá louvar por isto?” José Allamano</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jovens de São Paulo enviados para a JMJ 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 18:27:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Família Missionária da Consolata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>

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		<description><![CDATA[Cerca de 300 jovens foram abençoados e enviados pelo cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, para participarem da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2011, que acontece entre os dias 16 e 21 de agosto, em Madri, Espanha. O envio aconteceu durante missa na Catedral da Sé, na manhã deste domingo (24), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;">Cerca de 300 jovens foram abençoados e enviados pelo cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, para participarem da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2011, que acontece entre os dias 16 e 21 de agosto, em Madri, Espanha.</span></h1>
<p>O envio aconteceu durante missa na Catedral da Sé, na manhã deste domingo (24), concelebrada por dom Tarcísio Scaramussa, bispo auxiliar de São Paulo e referencial do Setor Juventude da Arquidiocese, e muitos padres que acompanham os grupos de peregrinos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além dos jovens que representarão a Arquidiocese de São Paulo na delegação oficial da CNBB para a jornada, também estavam jovens e adultos que irão com a peregrinação do Setor Juventude da Arquidiocese, além de membros de movimentos eclesiais, associações de fiéis e novas comunidades que também organizaram grupos para participarem do maior evento católico do mundo, com a presença do papa Bento 16.</p>
<p>Logo no início da celebração, dom Odilo manifestou a alegria por ver tantos jovens na catedral. Na homilia, partindo do Evangelho do dia, que relata as parábolas pelas quais Jesus compara o Reino de Deus a um tesouro escondido, o cardeal ressaltou que no mundo de hoje as pessoas vivem uma “cultura do efêmero”. “Não vivamos a cultura do descartável, encontramos este tesouro que vale a pena largar tudo para estar com Jesus”, destacou.</p>
<p>O arcebispo estimulou a juventude a ser testemunha da experiência de Deus. “Devemos contagiar todos os jovens com este encontro pessoal com Cristo! Encontramos o tesouro da felicidade e sabedoria”.</p>
<p>Recordando o tema da mensagem do papa Bento 16 para a JMJ 2011 – “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé”, dom Odilo ressaltou o valor de uma vida fundamentada em Cristo. “Edificados em Cristo, firmes na fé e construir um projeto de vida que dá futuro, que valha a pena”.</p>
<p>Após a comunhão, o cardeal convidou todos os peregrinos a se aproximarem do altar para serem abençoados e enviados. Dom Tarcísio apresentou os peregrinos ao arcebispo e destacou que todo o envolvimento em torno da JMJ foi “mais um sinal da união promovida pelo Setor Juventude da Arquidiocese de São Paulo”, e recordou as muitas pessoas que colaboraram para que essa peregrinação acontecesse.</p>
<p><img class="alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/sites/arquidiocesedesaopaulo.pucsp.br/files/images/dom_odilo_dom_tarcisio_envio_jmj.jpg" alt="" width="300" height="290" />“A Igreja acolhe e reconhece a presença dos jovens”, afirmou o bispo que também reforçou o convite para so jovens que não irão para a JMJ a estarem unidos aos eventos em Madri, como uma vigília arquidiocesana que acontecerá em sintonia com a vigília realizada na Espanha.</p>
<p>Dom Odilo pediu o esforço dos peregrinos para se manterem “conectados” aos jovens do Brasil. “Convido a vocês fazerem um grande mutirão de comunicação, através das redes sociais, de todas as formas, a interagirem com os jovens que não irão e também com as famílias, com as comunidades, para que, aqui do Brasil, acompanhem o que acontece na Espanha”. O cardeal também lembrou que estará em Madri pregando em uma das catequeses de língua portuguesa.</p>
<p>Tiago dos Santos Cabral, 23 anos, se sente muito feliz por ser um dos delegados da Arquidiocese para a jornada. “Espero colher muitos frutos nessa jornada e trazê-los para os jovens do Brasil para evangelizar”, disse.</p>
<p>“É minha primeira experiência em uma Jornada Mundial da Juventude e a expectativa é enorme”, afirmou Luiz Danilo Santana Oliveira, 19 anos. O jovem, que vai para a jornada com o grupo “Peregrinos em Cristo”, contou que foram dois anos de preparação para a JMJ, vendendo rifas e trufas para poder arrecadar dinheiro para participar do evento. “Espero trazer muitas experiências boas para compartilhar com os que não puderam ir”, completou.</p>
<p>&nbsp;</p>
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